Matam-se aos poucos.
Doutrinas anormais.

Mata-se uma flor, a única rosa que restava para traduzir amores sem iguais.

Esperam as manhãs e as maçãs.
Comem com ardor, quando chega a primavera.

Matam-se, mata-se e até alguém morre pelo direito de morrer.

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