E foram daqueles olhos que nasceram todo o desejo, o qual inundaria meus versos por muitos anos. E esses anos passaram como o sopro de um vento, pois o desejo nos consumiu de tal forma, que no espelho somente restou a imagem do ínfimo prazer.
Se me levas ao céu, eu me importo Se tragas-me no importuno momento em que pensava em ti, eu me importo Se me acusas de amor sincero e intenso, capaz de liquidar o sombrio vento da solidão, eu não me importo Minha culpa é de ter sido envolvido pelas palavras da poesia vulcão em fúria, explodindo a tortura que dói, mas lava a alma com a paixão De fato, estar na condição de culpado pelos versos que a alma produz, leva-me a dizer: -EU NÃO ME IMPORTO!
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