Estranho mesmo é ver pessoas usando as palavras como foices e coices. Amargura e fome de fechar os olhos e dissipar a imagem do que pode vir a se declarar. O coração se abre uma vez, porem pode se fechar para sempre, ou simplesmente cair no chão, virar cacos e restar somente a imagem de quem tentou ser o dia noite!
Se me levas ao céu, eu me importo Se tragas-me no importuno momento em que pensava em ti, eu me importo Se me acusas de amor sincero e intenso, capaz de liquidar o sombrio vento da solidão, eu não me importo Minha culpa é de ter sido envolvido pelas palavras da poesia vulcão em fúria, explodindo a tortura que dói, mas lava a alma com a paixão De fato, estar na condição de culpado pelos versos que a alma produz, leva-me a dizer: -EU NÃO ME IMPORTO!
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