Fiz o pôr-do-sol para traduzir o que origina a noite. Nele estas a viver, porém não o és, pois o fiz para seu prazer e não para que existas como tal.
Se me levas ao céu, eu me importo Se tragas-me no importuno momento em que pensava em ti, eu me importo Se me acusas de amor sincero e intenso, capaz de liquidar o sombrio vento da solidão, eu não me importo Minha culpa é de ter sido envolvido pelas palavras da poesia vulcão em fúria, explodindo a tortura que dói, mas lava a alma com a paixão De fato, estar na condição de culpado pelos versos que a alma produz, leva-me a dizer: -EU NÃO ME IMPORTO!
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